- 8 de março de 2006 -

 

Eis uma nova vitória dos cidadãos do Principado de Sofia! O Arauto do Principado de Sofia nasce como o mais completo canal de comunicação entre o Poder Moderador e a população Sofista. Já há muito tempo, estávamos todos ansiosos com um meio que proporcionasse uma efetiva interface entre nossas instituições e o cidadão sofista, a quem devemos sempre prestar contas de nossas ações e procedimentos. Este anseio agora se torna realidade. Conseguimos, em fim, instituir um periódico institucional sério, competente e – valha-nos o bom destino – perene!

Ao nosso grande amigo, o marquês Valentim S. da Costa, foi dada a designação para dirigir o presente. Estou certo de que está em boníssimas mãos!

Em nome de todos os membros do Poder Moderador, afirmo nosso imenso orgulho de apresentar O Arauto!

S. A. R. Lucius I
Príncipe Monarca de Sofia

Quadro a quadro

O Poder Moderador de Sofia é constitucionalmente composto pelo Príncipe Monarca, escolhido pelo parlamento nacional após a vacância do trono de seu antecessor. Atualmente, o príncipe de Sofia é S. A. R. Lucius I, o terceiro a ocupar efetivamente o trono.

No entanto, para melhor administrar os poderes que lhe são concedidos legalmente, S. A. R. se serve de vários órgãos e instituições que lhe são subordinadas. São Eles:

O Conselho dos Nobres

O Conselho Real dos Nobres foi criado oficialmente em 13 de novembro de 2004. Colégio auxiliar do Príncipe em todos os assuntos que competem ao Poder Moderador, cabe ao Conselho zelar pela integridade e aconselhar o monarca sempre que considerar necessário.

O Conselho é formado por todos os membros sofistas da alta e média nobreza, e é presidido pelo Lorde Maior, eleito por voto direto dos conselheiros (ou Lordes) e com cargo vitalício, mas podendo ser desafiado por outro Lorde, cabendo aos membros do Conselho decidir o vencedor.

Em caso de ausência do monarca, cabe ao Lorde Maior, como representante do Conselho, assumir a regência do país. Desde sua criação, quatro nobres ocuparam o cargo: S. A. Manoel Augusto S. R. F. Alves, duque de Sherbrooke; S. A. Paulo Martins, duque de Cornwall; S. G. Fernando Delli, marquês de Fontainebleau; e S. A. Jorge Delli, duque de East-Point, eleito no último dia 5 de março.

A Chancelaria

A Chancelaria Real de Sofia é outro órgão subordinado ao Príncipe Monarca, que tem como área de competência a política internacional, as relações diplomáticas, a participação nas negociações comerciais, econômicas, técnicas e culturais com governos e entidades estrangeiras, os programas de cooperação internacional e promoção comercia e o apoio a delegações, comitivas e representações sofistas em organismos internacionais e multilaterais.

O atual Chanceler de Sofia é S. A. Manuel Augusto Schell Ribas de Freitas Alves, duque de Sherbrooke e comendador da Ordem da Flor de Lis, que ocupa ainda o posto de embaixador nacional no Reino de Pathros e no Reino Unido de Portugal e Algarves, além de representar o país na OMU.

Os países nos quais o principado de Sofia mantém representantes são, além dos dois já citados, a República de Porto Claro, a República de Orange, o Reino Unido de Açores e Andorra Imperial.

Além desses, o Chanceler está em visita oficial ao Reino Insular da Normandia, desde 22 de fevereiro. Na chegada, foi recebido por SMR Marcus I e pela Ministra da Relações Exteriores, Shayla Vianna Motta. Na sua mensagem de boas vindas, SMR Shayla Motta declarou: "Ressalto a profunda amizade e admiração que pessoalmente tenho por sua pessoa. Seja realmente muito bem vindo, é um grande prazer receber o amigo em nossa casa. No que dependa da Normandia, saiba que sua visita terá sucesso. É de nosso desejo que as relações entre Sofia e nós sejam efetivamente pacíficas, amistosas e prósperas". SMR Marcus I, reiterou as palavras da Ministra e destacou: "Tenho certeza de que nossas convergências são muito maiores que nossas divergências, para não dizer infinitamente maiores".

Lembrando que o Embaixador Sofista em RUPA é, também, o Presidente da Comissão de Observadores Internacionais para o Processo de Instalação do Sistema Econômico do Reino Unido de Portugal e Algarves. O objetivo da Comissão é observar a lisura do processo e dar sugestões.

Em Pathros, o embaixador sofista foi homenageado com o título de Comendador da Ordem da Pérola Negra. Na justificativa, SMR Carmelo Logos I salientou "o empenho pessoal, do embaixador sofista, no auxilio da imagem do Sacro Reino de Pathros diante das adversidades, no exercício de sua função como Diplomata estrangeiro".

colaboração: S. A. o duque de Sherbrooke

O Cerimonial

Sentindo a necessidade de envolver o Poder Moderador de maneira mais direta com o povo sofista, e ao mesmo tempo colocar sempre em destaque a ligação entre o soberano e seus súditos, o príncipe Casagrande I, em novembro de 2004, criou o cargo de Mestre de Cerimônias do Poder Moderador. O primeiro ocupante desse cargo, e único até o momento, é S. G. Valentim S. da Costa, marquês de Beauvais.

Desde a sua criação o Cerimonial do Poder Moderador tem realizado as principais solenidades que envolvem S. A. R., assim como de outros órgãos do Poder Moderador. Logo a partir de dezembro de 2004 começou a organizar a Abertura do Parlamento a cada mudança de legislatura, e anualmente realiza a cerimônia de Troca das Lentes do farol de West Point, presidida pelo marechal da Guarda Real, em que o oficial entrega a nova lente ao faroleiro para garantir que durante todo o ano a luz do farol continue guiando Sofia.

Além dessas são realizadas cerimônias mais leves, como o aniversário do Príncipe Casagrande I em 24 de maio de 2005, e a festa do Dia da Independência em 8 de novembro do mesmo ano.

No entanto, a maior solenidade já realizada pelo cerimonial foi sem dúvida a Coroação de S. A. R. Lucius I, no dia 14 de outubro do ano passado, que contou com o auxílio de inúmeros profissionais e encarregados para preparar a decoração da cidade, a confecção das roupas cerimoniais, selo e moeda comemorativos e o cuidadoso preparo das jóias, proporcionando ao povo e aos convidados de todo o micromundo um grande e inesquecível espetáculo.

A Guarda Real

A Guarda Real de Sofia foi criada por S.A.R. Felipe Fonte I quando ocupava o trono sofista. O objetivo inicial foi o de proteger a coroa e o Estado Sofista, impedindo o retorno dos canadenses ou a temida invasão Inglesa à ilha.

Além da importância histórica, a Guarda Real de Sofia sempre esteve ligada ao cerimonial e ao turismo. Em todos os eventos em que a presença do Príncipe Monarca é exigida, a Guarda Real é convocada para fazer a sua proteção e para participar de forma ativa. Com o tempo suas atribuições foram aumentando, bem como seu efetivo. Cuidar para que a população tivesse informações sobre segurança na internet, além de vigiar e impedir o acesso de paples em Sofia, passaram a ser o objetivo principal.

Atualmente o efetivo é muito pequeno, porém as atividades cerimoniais e turísticas se mantiveram. Foram ampliadas as divisões de investigação e de segurança interna. Seu comandante, nomeado abaixo somente de S. A. R., é o marechal sir João Henrique Schell Ribas de Freitas Alves.

Colaboração: sir João H. S. R. F. Alves

A Academia Sofista de Letras

A Academia Sofista de Letras guarda atualmente o legado registrado da língua nativa do principado, o Sofiês, desenvolvido e aprofundado por S. A. Jorge Casagrande Delli, duque de East-Point, S. G. Bruno Crasnek Delli, marquês de Nouvelle Chareau, e S. G. Wincenty Lech, conde de Yorkton.

Os membros da ASL hoje foram indicados pelo Poder Moderador de acordo com a produção literária produzida pelos mesmos, mas devido a um período de inatividade a Academia é o alvo de uma reestruturação com o intuito de reavivar a instituição e torná-la uma fonte propagadora da cultura sofista, e conta com o forte auxílio de novos postulantes.

A Corte Heráldica de Sofia

A Corte Heráldica de Sofia foi criada em 11 de março de 2002 na gestão do então Primeiro-Ministro Marcos Motta. O nome original era Colégio Heráldico, sendo modificado para o atual nome mediante o Decreto Real nº 06/2001, expedido por S.A.R. Príncipe Felipe Font I, em 8 de outubro de 2002.

Com a obrigação de criar regras para os assuntos heráldicos do Principado de Sofia, a C.H.S. fica sob a autoridade do Poder Moderador, na Pessoa do Príncipe Monarca. Outra atividade importante é arquivar os documentos nobiliárquicos e heráldicos de Sofia.

O primeiro título registrado na Corte Heráldica foi o de Arquiduque de EastPoint, concedido e S.A. Jorge Casagrande Delli em 03/10/2002 por ordem do então príncipe, Felipe I.

O responsável pela organização e confecção dos brasões é o Rei das Armas, cargo que foi ocupado por apenas quatro pessoas nestes quatro anos de existência: S. A. Raul Marquardt, duque de Welland; S. G. Vinícius Januzzi, conde de Nova Dijon; S. G. Marcelus Silva, marquês de Nouvelle-Labrouste; e o atual, sir João henrique S. R. F. Alves. O que mais tempo permaneceu na função foi o duque de Welland, criador de quase todos os códigos nobiliárquicos e dos padrões estéticos utilizados até hoje. Em sua última visita ao Principado de Sofia, o duque entregou a nação uma releitura do brasão do Principado.

Colaboração: sir João H. S. R. F. Alves

Agência Imperius de Informações – A2I

A Agência de inteligência do Principado de Sofia foi instituída em 2003. Com a atribuição de realizar investigações internas ou pelo micromundo, seus agentes secretos trabalham sempre a fim de prestar informações às autoridades do Principado de Sofia, assessorando sempre que assim requisitado. Além de ser peça fundamental na defesa de nosso Estado e Sociedade, a A2I mantém um perene rastreamento pelo micronacionalismo a fim de detectar o desrespeito a soberania de nações amigas e aos Direito Internacional.

Conta com um diversificado rol de agentes especialmente nacionais, todos agindo sob o mais criterioso sigilo, todos muito capacitados para cumprir as missões que lhes são atribuídas.

A Ensotel

A Empresa Sofista de Telecomunicações, criada oficialmente em dezembro de 2003, é a responsável pela quase totalidade dos sítios e páginas oficiais do principado, sendo a grande responsável pelas atualizações e pela própria confecção de novos espaços. Ainda, trabalha desenvolvendo a implantação de novas tecnologias para o uso no principado, e no ano passado entregou à população um sistema eleitoral confiável e a nova hospedagem do Banco Internacional de Sofia em território nacional.

O diretor geral da Ensotel é, hoje, S. G. Marcelus Silva, marquês de Nouvelle-Labrouste.


Conselho dos Nobres tem novo Lorde Maior

Diante do desafio feito por S. A. Jorge Casagrande Delli, duque de East-Point, na disputa pelo cargo, o então Lorde Maior Fernando Delli, marquês de Fontainebleau, recusou-se a disputar a eleição que deveria confirmar um dos dois nobres na presidência do Conselho. Segundo o Estatuto do Conselho dos Nobres se o Lorde Maior se recusar a concorrer na votação, o desafiante recebe imediatamente o cargo, fato que tornou então o duque de East-Point o novo Lorde Maior de Sofia.

O duque de East-Point, membro de uma das mais tradicionais famílias de Sofia e irmão do marquês de Fontainebleau, foi de agosto 2003 a setembro de 2005 monarca do principado de Sofia sob o nome de Casagrande I. No último mês de janeiro foi eleito e atualmente exerce o cargo de governador da província de Menier.

Abrindo as portas

Votação no mês de fevereiro de 2006, no plenário do Conselho dos Nobres:

ODR: 001/2006

A Guarda Real de Sofia deve ser responsável direta pela Imigração: monitorando entradas e saídas de postulantes, turistas e trabalhadores.

Periodo de Discussão: 4 de fevereiro até 11 de fevereiro de 2006

Caso fosse aprovada, o Conselho notificaria S. A. R. Lucius I para que, se concordasse com a decisão, enviasse as propostas ao Primeiro Ministro e à Assembléia de Fanes para a devida aprovação e regulamentação.

Sobre este assunto o marechal sir João Henrique Schell Ribas de Freitas Alves foi convidado a comparecer e expor a forma como se daria a imigração controlada pela GR.

Periodo de Votação: 12 de fevereiro até 18 de fevereiro de 2006

Nobres votantes:

Lorde Maior - Marquês de Fontainebleau - S. G. Fernando Delli
Duque de Acádia - S. A. Bruno Costel
Duque de East-Point - S. A. Jorge Casagrande Delli
Duque de Port Hope - S. A. R. Lucius I
Duque de Sherbrooke - S. A. Manoel Augusto S. R. F. Alves
Marquesa de New Glasgow - S. G. Fernanda Delli
Marquês de Belleville - S. G. Ricardo Ribeiro
Marquês de Nouvelle-Labrosute - S. G. Marcelus Silva
Marquês de Beauvais - S. G. Valentim S. da Costa

Resultado: a proposta foi rejeitada por maioria de votos. A questão foi redirecionada para o trabalho em conjunto do Ministério da Imigração e da Guarda Real.

 

Casal Real visita a província de Apuelo

S. S. A. A. R. R. o príncipe Lucius I e a princesa Waleska visitaram nesse carnaval a província ultramarina de Apuelo, situada no mar do Caribe. É a primeira vez que o casal vem á província após a coroação do monarca, em outubro do ano passado.

Os príncipes ficaram acomodados na mansão particular da princesa Waleska na cidade de Speech Beach, de frente para o mar, e de lá celebraram o carnaval com os demais cidadãos nativos e visitantes. Na Segunda-Feira o casal também visitou o Iate Real, ancorado na baía da cidade, de propriedade do Príncipe Monarca.Também foi á província o filho do casal, S. G. Leonardo Reis, visconde de Fairview.

Em declaração, o príncipe ressaltou o quanto apreciou a estadia na ilha “O que sempre me chama a atenção em Apuelo é o clima festivo e o jeito adorável de seu povo, sempre muito carinhoso e paciente. Só tenho a agradecer pela recepção!”

A Palavra do Chanceler

Dados os recentes acontecimentos em Sofia envolvendo suas relações com outros países, O Arauto publica agora as declarações do Chanceler de Sofia, S. A. o duque de Sherbrooke, especificamente sobre o Sacro Reino de Pathros, o Reino Insular da Normandia e o Sacro Império de Reunião.

Reunião:

Em apoio ao Reino Unido de Portugal e Algarves e a República de Porto Claro, em primeira instancia, o Principado de Sofia votou, no plenário da OMU, pelo pedido de explicações a Reunião sobre atos de aliciamento de cidadãos estrangeiros (contra RUPA) e apropriação de domínio pertencente a micronação ativa (contra PC). Nenhum resposta foi enviada, no prazo pré-determinado.

Como Reunião permanecia irredutível, enviando mensagens de aliciamento para cidadão português e não demonstrando interesse em devolver o domínio apropriado de Porto Claro, uma nova rodada de discussão foi aberta na Organização da Micronações Unidas. Depois de várias interferências, foi colocado em votação um possível embargo contra a micronação infratora. O Principado de Sofia votou pelo embargo parcial, não contemplando o livre transito de cidadãos entre ambas as nações. Algumas nações foram mais rígidas e votaram pelo embargo total. No final, ficou acertado que cada nação faria o embargo dentro dos limites que lhes fosse mais conveniente.

Normandia:

Por ocasião do aniversário do Rei de Pathros, o embaixador sofista foi apresentado ao Rei de Normandia. Dentre vários assuntos, as relações diplomáticas entre as duas nações foi destaque. Naquele momento, o Rei Normando parecia irredutível na sua decisão de permanecer distante, mas destacava o carinho que nutria por alguns sofistas. SMR Marcus I foi sofista, antes de fundar Normandia, ocupando posto de destaque na nossa sociedade.

Passados alguns meses, no período de fundação da Organização das Micronações Unidas, o representante sofista ficou próximo da representante Normanda, Shayla Motta. Novamente, o assunto da aproximação foi colocada em discussão. Shayla mostrava-se pessimista, diante de uma possível má aceitação por parte de alguns sofistas magoados. Com autorização do Chanceler Sofista, o representante diplomático sofista manteve os canais abertos. A grande dificuldade é um canal de comunicação instantâneo que SMR Marcus I registrou em seu nome, quando era sofista, e levou consigo quando se mudou para Normandia.

Um embaixador, para representar o Principado em solo Normando, chegou a ser nomeado. Não tomou posse devido às ruidosas reclamações de alguns sofistas, que se sentiram indignados com essa aproximação. Diante dessa dificuldade interna, o Chanceler Sofista preferiu aguardar uma melhor hora.

Hoje, as negociações, entre autoridades das duas nações, estão caminhando em compasso mais lento. O Chanceler Sofista encontra-se em solo Normando, cuidando, pessoalmente, do assunto. O Canal continua sendo o mote do problema.

Pathros:

Uma crise quase minou as boas relações com o Sacro Reino de Pathros. O embaixador Pathrano em solo sofista, em conversa informal com um amigo, teria dito fazer aliciamento de cidadãos. A conversa vazou para a imprensa e provocou grande comoção no Principado. Imediatamente, o embaixador sofista em solo pathrano iniciou trabalho de esclarecimento dos fatos. SMR Carmelo Logos I, na presença de representantes da OMU em solo pathrano, emitiu nota dizendo-se contrário ao aliciamento e destacando que Pathros não pratica esse ato de ilegalidade.

O embaixador pathrano deixou Sofia e não houve a indicação de um novo representante. As relações entre as nações, arranhadas com o incidente, foram restabelecidas na plenitude e nenhuma seqüela pode ser notada.

Hoje, é propósito da Chancelaria Sofista que a embaixada pathrana volte a funcionar.

Declarações de S. A. o duque de Sherbrooke, Chanceler de Sofia


Para um bom tratamento

Os títulos nobiliárquicos sofistas, ainda que muitas vezes esquecidos na maior parte das conversas entre os cidadãos, encerram em si uma grande simbologia e uma história que deve ser lembrada. E acompanhando os títulos, vêm sempre sua fórmula de tratamento.

Na verdade, a fórmula de tratamento é a única concessão nobiliárquica de uso obrigatório a qualquer sofista, em qualquer situação, ainda que por diversas vezes seja dispensada. Na mesma Ordenação Real em que o título é concedido está o imperativo de que aquela pessoa "deverá" ser chamada através da fórmula de tratamento, que varia de acordo com o grau de nobreza. Os barões, viscondes, condes e marqueses recebem a fórmula de "Sua Graça", os duques e o arquiduque de "Sua Alteza" e o Príncipe Monarca e a princesa consorte de "Sua Alteza Real". Os cônjuges, igualmente, recebem a mesma fórmula de tratamento.

As fórmulas usadas em Sofia derivam, em grande parte, às usadas nas monarquias européias ao longo da história. Na Inglaterra o título de "Your Grace" e "Your Highness" têm antiguidade imemorial, assim como na França, que possuía uma variedade bem maior de pronomes de tratamento de acordo com a linhagem, nascimento e casamento dentro de um mesmo grau de nobreza. Um duque francês podia, por exemplo, ser chamado de "Sua Alteza Real", "Sua Alteza Sereníssima" ou mesmo "Sua Alteza" de acordo com a sua ligação sangüínea mais ou menos próxima do rei, se era de linhagem legítima ou ainda de acordo com seu casamento, no caso das princesas.

Em Portugal a fluidez da nobreza se refletiu nas formas de tratamento. O modo mais comum e mais antigo era o tratamento de "Dom" (diminutivo do latim dominus) e "Dona" (domina), mas este não tinha regulação oficial nem era exclusividade dos graus de nobreza, sendo usado também para chefes eclesiásticos e pessoas importantes que não gozavam do estatuto de nobres. A primeira forma de tratamento legal foi concedida ao duque de Bragança, no século XVI, e era a de "Sua Excelência". Mais tarde, com a chegada do título de "Sua Majestade" usado pelo rei após a restauração portuguesa (1640), outros títulos foram se incorporando ao uso lusitano.

Já no Brasil as fórmulas de tratamento foram mais uniformes. Entre os nobres vigorava o uso de "Sua Excelência", sendo o de "Sua Alteza Imperial" reservado ao herdeiro do trono e o de "Sua Alteza Sereníssima" aos demais filhos do imperador.

Em Sofia as fórmulas de tratamento não são exclusivas da nobreza. Os cavaleiros da Flor de Lis recebem o título genérico de "Sir", acompanhado da abreviação de seu respectivo grau na Ordem. O Primeiro Ministro, ministros, secretários de governo, governadores e parlamentares também recebem uma fórmula, "Sua Excelência".

Fala do Trono

Já são alguns meses trabalhando em prol do Principado de Sofia liderando o Poder Moderador e, olhando para o passado recente, orgulhamo-nos do quanto construímos e também nos felicitamos pela maneira com a qual soubemos encarar nossos próprios erros.

A ninguém é dada a capacidade da perfeição, mas para nós há apenas um erro do qual alguém deve se envergonhar: não tentar fazer o melhor. Por vezes, medidas pouco populares são implementadas. Em outras, a infinidade de explicações quase nos fatiga. Mas é do jeito sofista, nosso modo de viver o micronacionalismo, a qualidade da perseverança. Seguimos, sempre segundos nossos mais nobres valores em busca dos ideais de paz, harmonia e desenvolvimento.

Eis o porquê a cada dia, sempre engajados, esgotarmos cada impulso de força a fim de solucionar os problemas do Principado, mantendo-o seguro e soberano. A cada conversa, implementamos o estímulo recíproco entre nossas equipes, entre nossos colaboradores. Um irmão a se solidarizar com o outro, corrigindo e consolando.

Em cada equívoco, a vontade de ser melhor e tornar real todo o potencial que nós sabemos ter. Suplantando descompassos, somos capazes de erigir uma harmonia que brada forte pelas bênçãos dadas pelo destino apenas àqueles que são efetivamente vanguarda. Aqueles que, com braços fortes, constroem um futuro melhor.

Como toda família, a cada sucesso, temos a comemoração não de um, mas de todos aqueles que, direta ou indiretamente, se fizeram insubstituíveis!

A vitória do Poder Moderador neste tempo de lutas diárias nos é trazida pela a bravura de seus membros e pela capacidade inigualável de nossas instituições. Estejam todos de parabéns.

Nosso trabalho não faria sentido algum sem nossa população. Isso tudo só é feito para os Cidadãos do Principado de Sofia, pela glória dos que aqui passaram e ajudaram a construir nossa Cultura, pela honra dos que hoje são nossa força e vontade e para a paz daqueles que virão!

Muito obrigado pela oportunidade de servir-lhes.

Sua Alteza Real Lucius I

 

 

 

O Arauto
Registro: 188.01.00.06/2006

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S. A. R. Lucius I
Príncipe Monarca de Sofia

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