O Arauto do Principado de Sofia fecha o ano com chaves douradas! Não bastasse a exposição das atividades internas e internacionais do Poder Moderador Sofista, pudemos trazer uma participação mais que especial nesta Edição. A Viscondessa de Ramville traz graça e proficiência a nosso intento de prestar ao Marquês de Beauvais as merecidas homenagens pela atuação do seu Instituto Beauvasiense de cultura. Estou certo de que terão todos uma agradável leitura!
Debate sobre formas e sistemas de governo
Ademais, reafirmamos que nossos valores estão assentados sobre os mais sólidos propósitos de desenvolvimento e união. Acreditamos fortemente que a construção de uma Lusofonia grande e estável fica condicionada à adoção de axiomas morais e jurídicos nas condutas individuais e, especialmente, estatais. Nós do Principado de Sofia queremos acreditar que as relações intermicronacionais podem, sim, fundar-se em um paradigma de eqüidade e justiça, deixando em tempo pretérito a conflituosidade que marcaram o convívio entre Estados soberanos. Por fim, lastimamos que nem todos compartilhem conosco esse viés e nos solidarizamos com aqueles que, vítimas da imprudência, se encontram violados em sua paz." Cumpre lembrar que no dia seguinte à consulta, Porto Claro foi vítima de um ataque terrorista com mais de quarenta e-mails-bomba, promovido, supostamente, por membros da organização "Honra Imperial". A notícia causou indignação entre os sofistas, e S. A. R. Lucius I colocou a A2I - Agência Imperius de Infomação - à disposição do governo portoclarense para auxiliar nas investigações dos autores do atentado.
O Principado de Sofia alegrou-se com a exposição “Regalia – As coroas do mundo na Cabeça do Micromundo” realizada em Bona, pelo Instituto Beauvasiense à partir de 1 de dezembro corrente. A exposição apresenta coroas reais, imperiais e tiaras papais de países dos cinco continentes, com o objetivo de realçar a simbologia, a arte e a história que envolve essas preciosas regalias. O organizador dessa exposição S.G. Valentim S. da Costa, Marquês de Beauvais, Arauto Real e Presidente do Instituto Beauvasiense, em discurso na cerimônia de abertura da exposição declarou: “É com imenso prazer que o Instituto Beauvasiense declara aberta, neste momento, a exposição Regalia: as coroas do mundo na "Cabeça do micromundo". (01/12/2006) Até o fechamento desta edição foram apresentadas 13 relíquias entre coroas e tiaras em Lista Nacional, com entrevistas coletivas à imprensa na sede do instituto. As relíquias expostas foram: Coroa Imperial, Tiara Pio VII (tiara de Napoleão), Grande Coroa da Vitória, Coroa de Santo Estevão, Coroa de São Venceslau, Coroa Real da escócia, Tiara de Gregório XIII, Coroa de Carlos Magno, Coroa Imperial da Rússia, Coroa Imperial da Áustria, Coroa Real da Noruega, Coroa Real de Portugal, entre outras. As informações, que acompanharam as imagens, versaram sobre: a descrição da coroa ou tiara, como tamanho, altura, peso, materiais utilizados; confeccionada a pedido de quem e para que evento; qual a política que permeava o contexto histórico; onde esta exposta; como foi encontrada e em honra à quem. As informações mais comentadas, até o momento, foram: o local onde a coroa Real da Escócia foi encontrada, no porão; o mistério da cruz torta que orna a coroa de Santo Estevão; a riqueza da coroa Imperial da Rússia; a beleza da Grande Coroa da Vitória e o peso da Tiara Pio VII. As políticas envolvidas nas coroações, sua finalidade e cenas de bastidores, foram também, foco de atenção dos sofistas e turistas presentes no Principado. As respostas durante as entrevistas coletivas ensinaram a todos sobre a vida dos nobres citados. A explicação ao Príncipe de Sofia sobre as tiaras, demonstra o cuidado com as questões: “Tiaras são aquelas coroas abertas, usadas só por mulheres. No entanto, a tripla coroa do papa (em italiano triregno, do latim Triregnum) recebeu em várias línguas o nome de tiara papal. Ficava cansativo dizer coroa tipla.:-)” (07/12/2006). Em discussão sobre a diversidade dos modelos S.G. Valentim S. da Costa responde: “É verdade. Estamos acostumados a um modelo típico de coroa, como a de Santo Eduardo. O legal é ver que cada povo, cada cultura conseguia realizar uma coroa específica e ainda assim universalmente bonita, e que por isso existem diversos tipos diferentes de coroas.” (06/12/2006) Entretanto dentre todas as belezas vistas, a maior regalia apresentada que enriquece a cultura sofista é o trabalho apresentado pelo nobre S.G. Valentim S. da Costa nesta exposição. Os detalhes, a beleza, o cuidado, as informações apresentadas, as respostas às entrevistas, a iniciativa coroam as ações diárias deste nobre que celebra a monarquia e abrilhanta nossa nação. S.A.R. Lucius I, em entrevista reservada, comentou o que achou desta exposição:“A mostra de coroas foi uma bela iniciativa do nosso amigo Marquês e não pode passar sem os aplausos devidos [... ] mostrar o quanto nós leigos ficamos contentes com a iniciativa do Valentim. Ele merece esses aplausos!” (07/12/2006) A coroa desta exposição, representando o sinal de distinção, insígnia de recompensa, símbolo de dignidade é de S.G. Valentim S. da Costa. Aplausos! S. G. Mila Schell Ribas de Freitas Alves
Por tal motivo, promovem-se intrigas, dissimulam-se alianças e incitam-se guerras. Sim, de fato, não parece ser outra a conjuntura que se vê mais uma vez retratada na Lusofonia. No entanto, mais sábio é que nos voltemos a nossos próprios erros. O Estado que se configura no Principado de Sofia também cometeu suas faltas ao longo de sua história. Muitas vezes por excessos e outras tantas pela omissão, verdade é nosso Estado chegou a errar especialmente porque é muito difícil encontrar com exatidão a medida certa de todas as cousas. Ainda assim, já nos diziam os gregos antigos, a virtude deve ser louvada. E mais, sempre é tempo para reparar erros e constituir novas posturas. Assim, a última Fala do Trono de 2006 não vem fazer um balanço sobre nossas ações no ano que passou. Nem mesmo vem traçar nossos objetivos para o ano que se inicia. Faz mais que isso: reconhece que existem falhas nos Estados e nas pessoas que os representam. Mas vai ainda além: demonstra nossa crença de que a melhoria é possível e será por nós intentada a cada novo dia, sanando os erros do passado e trazendo um futuro dourado de plenitude e paz.
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