=== Edição de Aniversário === É possível dizer que um periódico seja apenas um projeto, uma proposta, até que complete seu primeiro ano. Nessa etapa, é preciso sempre atenção aos detalhes e - pelo método da tentativa e erro - aprende-se a fazer melhor uso de um veículo de comunicação em massa. Um jornal, especialmente um institucional como o presente, não alcança sua maturidade antes de completar seu primeiro ano. Eis que agora chega o momento de olharmos para o passado e, em face de nossa recém estabelecido marco de um ano, glorificar os trabalhos necessários para que pudéssemos chegar até esta 13a. Edição. Dentre todos os sofistas, destacam-se o Marques de Beauvais e o Duque de Gaspè como os maiores entusiastas e aliados deste Poder na produção - e manutenção - de seu periódico. Também é preciso render vivas aos trabalhadores do Poder Moderador, que nos deram, a cada dia, o conteúdo que pôde ser transmitido a nossa cidadãos e às nações amigas. Pois bem, que o próximo anos seja ainda melhor! S. A. R. Lucius I
Príncipe Monarca
Agora em Site
O jornal O Arauto agora terá suas edições disponíveis para consulta no site www.sofia.org.br/oarauto . O site foi preparado pelo chefe de produção do jornal, S. A. João Henrique S. R. F. Alves, duque de Gaspè, também parte da equipe da Ensotel. Nele estão disponíveis todas as edições anteriores, desde a primeira, de Março de 2006.
Novo chanceler
Sofia tem novo Chanceler. O nome de S. A. João Henrique Schell Ribas de Freitas Alves foi promulgado no último dia 20 por S. A. R. o Príncipe Monarca, e aclamado pela população. O duque de Gaspè atualmente ocupa a embaixada de Sofia na República de Porto Claro. Como manda a lei, o Chanceler deverá ser aprovado pela Assembléia de Fanes. No entanto, o duque já está cuidando dos assuntos da política externa sofista enquanto aguarda a aprovação. O salário do Príncipe S. A. R. o Príncipe Lucius I recebeu esse mês seu primeiro salário como chefe do Poder Moderador e Chefe de Estado de Sofia. Graças a uma Medida Provisória promulgada pelo primeiro ministro, sir Nelson Barbosa - CF, foi designado a S. A. R. um salário equiparado ao do primeiro ministro, juízes e chanceler. O valor é de Me$ 400,00 mensais. S. A. R. garantiu que usará a verba no patrocínio de eventos culturais em Sofia. Eleições 2007/02 De acordo com lei aprovada pela Assembléia de Fanes, no caso da ausência de juízes para cuidar do Poder Judiciário, as eleições serão feitas pelo Poder Moderador. Portanto, é possível que mais uma vez S. A. R. fique encarregado de organizar a votação para Primeiro Ministro, parlamentares e governadores provinciais, como ocorreu em Dezembro passado. Em Agosto de 2006, antes da lei, o Conselho dos Nobres já havia preparado as eleições, seguindo um Decreto Real emitido em urgência para a ocasião, quando o principado estava sob Regência. Como o resultado do concurso do Poder Judiciário só será divulgado no dia 1º de Abril, nada está definido ainda. Novo passavante de armas
O duque de Gaspè, S. A. João Henrique S. R. F. Alves, foi nomeado por S. A. R. o novo Passavante de Armas de Sofia. Nessa tarefa deverá auxiliar S. G. Marcelus Silva, marquês de Nouvelle-Labrouste, na sua função de Rei-das-Armas. Os dois compõem agora o quadro da Corte Heráldica de Sofia, responsável pelo registro e aprovação de brasões, e pelo arquivamento de títulos de nobreza e ordens de cavalaria concedidos por S. A. R. o Príncipe Monarca. Ordem de Precedência Como já havia sido feito na época de S. A. R. o Príncipe Lucius I, o Cerimonial do Poder Moderador divulgou na última semana a Ordem de Precedência da Nobreza Sofista. Ela contempla todos os cidadãos titulares em Sofia, sejam eles cidadãos ou não do principado, em ordem hierárquica de títulos. Entre títulos iguais a preferência é pela antiguidade, e com igual antiguidade o título imediatamente anterior daquele titular. O único consorte a figurar na lista é S. A. R. a Princesa Consorte: Alta Nobreza S. A. R. o Príncipe Monarca - S. A. R. Lucius I S. A. R. a Princesa Consorte - S. A. R. Waleska F. Habermas
Arquiduque de São Lourenço - S. A. Felipe Fonte Duque de Branff-Springs - S. A. Luiz Buchu Duque de Micenas - S. A. Bruno Fontes Duque de Acádia - S. A. Bruno Cardoso Duque de Welland - S. A. Raul Markotos Duque de East-Point - S. A. Jorge Casagrande Delli Duque de Port Hope - S. A. R. Lucius I (posicionado acima) Duque de Sherbrooke - S. A. Manoel A. S. R. de F. Alves Duque de Cornwall - S. A. Paulo Martins Adamatti Paris Duque de Gaspè - S. A. João Henrique S. R. F. Alves
Média Nobreza Marquesa de New Glasgow - S. G. Fernanda Nunes Delli Marquês de Belleville - S. G. Ricardo Ribeiro Marquês de Fontainebleau - S. G. Fernando Ricardi Delli Marquês de Nouvelle-Chareau - S. G. Bruno Crasnek Casagrande Delli Marquês de Nouvelle-Labrouste - S. G. Marcelus Silva Marquês de Beauvais - S. G. Valentim Soares da Costa
Baixa Nobreza Conde de Riel - S. G. Hugo Freitas Conde de Bayè - S. G. Eric Fanhani Condessa de Sommerside - S. G. Renata Ortiz Ricardi Delli Conde de Brantford - S. G. Hugo Paris Conde de Yorkton - S. G. Wincenty Lech Condessa de New Hampton - S. G. Aline Adamatti Paris Conde de Vernon - S. G. Gabriel Aga Conde de Nova Dijon - S. G. Vinícius Januzzi Conde de Nova Beaujeu - S. G. Marvin Sapotis Adamatti Paris Conde de Chambord - S. G. André van Butten de A. Brito Conde de Glastonbury - S. G. Marcus Maclachlan A. Paris
Visconde de New Brunswick - S. G. Fernando Delli (posicionado acima) Visconde de Fairview - S. G. Leonardo Reis F. Habermas Viscondessa de Ramville - S. G. Mila S. R. Freitas Alves
Barão de Lindsay - S. G. Thiago Casagrande Delli Barão de Barrie - S. G. Rodrigo Lui Baronesa de Corner Broke - S. G. Kate Ricardi Delli Barão de Orillia - S. G. Felipe Esteves Barão de Beauport - S. G. Thomas Bromberg Barão de Liancourt - S. G. Leandro Martins Baronesa de Chambly - S. G. Vanessa Messias Barão de Markham - S. G. Alex Vicente Delli Barão de Le Sèvres - S. G. Renato Coicev Barão de Chablis - S. G. McMillan Hunt Barão de Le Arles - S. G. Filipe Pombo Baronesa de La Tourette - S. G. Karen Pu Yi Ching Baronesa de Labrouste - S. A. Marissol E. L. S. R. de F. Alves Morrer ou não morrer...
As recentes alterações no Código Nobiliárquico acabaram gerando algumas dúvidas entre os sofistas. A principal delas foi quanto à situação dos arquiduques, que poderão morrer civilmente mas serão imortais nobiliarquicamente. Ainda que possa parecer uma situação estranha e complicada, já tivemos situações semelhantes, de certa forma, na história macro. Por exemplo, com os faraós do Egito. A crença egípcia dizia que o faraó, depois da morte, enfrentaria várias provas, e que após completá-las retornaria à terra, em seu próprio corpo mortal, para voltar ao seu trono. Essa situação, ainda que puramente teórica mesmo para os egípcios da época, gerava uma virtual sensação de interinidade em qualquer faraó, que em último caso deveria "devolver" o trono a um de seus antecessores no momento em que este ressuscitasse do mundo dos mortos. Tal crença se comprova, como sabemos, nos túmulos reais, onde o corpo do monarca deveria ser preservado até a sua volta, e onde guardavam tesouros para usar no seu retorno. Mas esse tipo de crença não ficou restrito ao antigo Egito. Em épocas mais recentes também temos evidências disso. Na Inglaterra medieval ficou imortalizada a história do Rei Artur, o famoso monarca de Camelot e patrono dos cavaleiros da Távola Redonda. Segundo a lenda, já que nunca se comprovou nada a respeito desse monarca, ele não teria morrido, mas sim sido levado para uma mítica terra chamada Avalon, e lá permaneceria por um período, talvez até que a Inglaterra precisasse dele outra vez. Já historicamente, e mais modernamente, temos o célebre caso do rei D. Sebastião de Portugal. O jovem monarca foi ao Marrocos combater os mouros, e desapareceu na desastrosa batalha de Alcácer-Quibir em 1578. cercado de misticismo desde o nascimento, D. Sebastião significava a independência de Portugal, e sua morte significava quase diretamente a perda da liberdade. Talvez por isso os portugueses tenham relutado tanto em aceitar o fato. Na verdade nunca houve uma prova convincente sobre a morte do rei, mas alguns nobres afirmaram ter identificado seu corpo e seus funerais seguiram a normalidade. Ainda assim grande parte do povo, especialmente a camada mais humilde, o idolatrava tanto que acabou criando uma crença messiânica que perdura até hoje em alguns lugares, mesmo no Brasil. O Sebastianismo. Afirmam que o rei não morreu, mas está encantado, e que um dia voltará para governar Portugal e dominar todas as nações do mundo. E voltando um pouco na história lusitana temos outro exemplo de uma rainha morta-viva. No século XIV, D. Pedro, quando príncipe de Portugal, teve um caso extra-conjugal com uma jovem chamada Inês. Seu pai, o rei, contrário à união, mandou matar cruelmente a moça. Assim que o pai morreu, D. Pedro, já como rei, alegando ter casado com Inês antes da morte dela, mandou buscar o corpo da amada de seu túmulo e organizou uma procissão pelas ruas do país. Diz a lenda que a rainha vinha usando a coroa, enquanto os súditos seguravam velas e a reverenciavam enquanto ela passava. O detalhe mais assustador, ainda que duvidoso, é o beija-mão que teria sido organizado com a rainha morta. O ritual de beija-mão póstumo existia nos funerais reais portugueses (foi feito no Rio de Janeiro, com o corpo da rainha Maria I, logo após sua morte, em 1816), mas nunca com uma rainha morta havia vários anos, e em avançado estado de decomposição. Certamente em Sofia não veremos nada disso, garantimos aos mais assustados. Abrindo as portas
Votação no plenário do Conselho Real dos Nobres nos meses de Fevereiro e Março de 2007:
Lordes presentes:
Marquesa de New Glasgow - S. G. Fernanda Nunes Delli DOF - Lady maior
Duque de Port Hope - S. A. R. Lucius I CGCoF
Duque de Sherbrooke - S. A. Manoel Augusto S. R. F. Alves CCF
Duque de Gaspè - S. A. João Henrique S. R. F. Alves CDF
Marquês de Fontainebleau - S. G. Fernando Delli
Marquês de Nouvelle-Labrouste - S. G. Marcelus Silva
Marquês de Beauvais - S. G. Valentim S. da Costa
Acordo Tecnológico entre Sofia e Porto Claro.
Resultado da votação: Acordo aprovado.
A Fala do Trono
A criatividade é algo da essência do ser humano.
Com ela, aliada à iniciativa pessoal, fomos capazes de evoluir tanto tecnológica e quanto culturalmente ao longo de nossa história. Desse modo, no micronacionalismo ela deve ser sempre estimulada e protegida, a fim de que gere seus benéficos efeitos e promova a sempre melhor adequação de nossas instituições e parâmetros. Mas, se isso é verdade, também o é o apontamento de que a evolução de quaisquer instrumentos de organização social cumpre melhor suas finalidades quando efetuada com vagar, cuidados e ponderação. Novas idéias são sempre bem-vindas, mas merecem passar por um período de maturação que permita lhes destacar as boas qualidades e sanar os eventuais vícios. O tempo e a reflexão dialética transformam a criatividade bruta em fina arte progressista, desde que respeitada a adequação momentânea das medidas. Pois, assim, que os ventos nos permitam seguir adiante nesse nosso barco da história, sem, no entanto, que nos percamos entre idéias que nos desconfigurem. S. A. R. Lucius I
Príncipe Monarca e Defensor Perpétuo de Sofia
Grão-Colar da Ordem da Flor-de-lis
Duque de Port Hope
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