Informações institucionais e contextualizadas. N´O Arauto podemos reconhecer quem somos e nos reconhecermos em modelos semelhantes aos nossos, vigentes em outras Nações pelo mundo. Boa leitura!
S. A. R. Lucius I
Príncipe Monarca de Sofia
Chancelaria trabalha com
discrição e eficiência
por
S. A. João H. S. R. F. Alves, Duque de Gaspè,
Chanceler de Sofia
Num micronacionalismo assolado por diversas crises de atividade e movimentações maciças de cidadãos de uma nação a outra, a política da Chancelaria Real do Principado de Sofia tem sido estreitar relações com as nações próximas, manter contato com as nações onde o relacionamento precisa ser estreitado e acompanhar as nações onde temos trabalho diplomático intenso a fazer. O tempo dos grandes tratados, com objetivos aliancistas contra um ou outro, se foi. O movimento dos diplomatas com intuito de negociar anexações ou separações também se foi. O micronacionalismo pode estar passando por uma crise intensa de atividade, mas amadureceu. O modelo conquistar para crescer e até as imbecis "guerras micronacionais" acabaram, agora as nações tendem a manter relações mais respeitosas no trato de suas diferenças e divergências. Neste sentido a histórica relação entre Porto Claro e Sofia é exemplar. Diversos dos cidadãos sofistas não são favoráveis ao modelo republicano, da mesma maneira que viver em uma monarquia sequer passaria à mente dos portoclarenses, entretanto a relação diplomática entre essas duas nações diversas e com personalidade própria, sempre se manteve aquecida e em constante sintonia. Fruto do respeito. Com esse espírito, estamos trabalhando cada vez mais e com menos recursos, para melhorar nossa abordagem e ampliar ainda mais nossas relações diplomáticas. Hoje estamos em processo de recriar a representação diplomática de Sofia ante ao Sacro Reino de Pathros, nação com a qual temos uma ligação desde o nascimento, pelas mãos de nosso nobre Heraldo/Raul Marquardt. Também mantemos fortes relações culturais e afetivas com o Reino Unido de Portugal e Algarves, onde S.A. Manoel Augusto sempre se sentiu em casa e acompanha com especial carinho sua história. Em Porto Claro temos S.G. Nelson Barbosa, diplomata experiente que já passou por diversas representações em nações dos mais variados enfoques políticos e sociais. S.G. Nelson Também ocupa a embaixada no Império Alemão, acumulando em sua bagagem a habilidade de harmonizar uma forte república com duas monarquias. A Comunidade Livre de Pasárgada, que recentemente cresceu em atividade após um período de silêncio, é representada por mim da mesma maneira que a República Federativa de Mallorca, que caiu novamente no silêncio após um momento de crise social e política. S.A. Valentim representa o Principado ante o Reino Unido dos Açores, onde preocupa-se em contribuir com nossos amigos em todas as questões em que pode ser útil. De todas as nações que me consta estarem ativas, não estamos oficialmente representados no Sacro Império de Reunião, em função de desentendimentos no passado recente e no Reino da Itália, que ficou sem nossa representação após a necessidade de afastamento de S.G. Luiz Ravenclaw. Esta última receberá um de nossos diplomatas assim que os contatos forem novamente retomados. Outra característica destes novos tempos da Chancelaria sofista, são as decisões coletivas. Há tempos não existe mais a opinião isolada do Chanceler, do Monarca ou de um ou outro Diplomata. Nossas decisões são tomadas em conjunto por todos os diplomatas e referendadas pelo monarca, quando necessário. Contamos ainda com conselheiros, ex-diplomatas, nas decisões mais difíceis, como foi a participação de Sofia na recente crise de Mallorca. Certamente não tomamos as decisões mais rápidas, mas tenho certo que nossas posições são muito bem estudadas e bastante compartilhadas, evitando o personalismo e o egocentrismo das posições. Como o nosso foco está nas pessoas, na cooperação e na solidariedade, obviamente não temos inúmeros tratados, anexações, negociatas ou movimentos diplomáticos exuberantes para relatar, podemos dizer apenas que tentamos reforçar os laços que unem Sofia às nações amigas. Outros principados
Sofia é um principado no micromundo, mas esta forma de monarquia foi inspirada em similares que existem no macromundo. Conheça um pouco dos cinco principados que existem na Europa atualmente, dos quais dois são regiões de uma grande monarquia, e três são Estados soberanos:
Principado de Astúrias, Espanha
O título de Príncipe de Astúrias é dado ao herdeiro do trono espanhol. O título, que correspondia à soberania sobre o território das Astúrias, no norte da Espanha, foi criado em 1388. Durante a república e a ditadura de Franco foi abolido, mas foi restaurado após a redemocratização do país. O príncipe de Astúrias recebe, de acordo com a Constituição espanhola, os títulos ancestrais de Príncipe de Gerona e de Viana, duque de Montblanc, conde de Cervera e Senhor de Balaguer.
O atual Príncipe de Astúrias, que não tem papel político em seu principado, é D. Felipe de Bourbon, e sua esposa Letizia - que é asturiana - recebe o título de Princesa de Astúrias.
Principado de Gales, Reino Unido
O Príncipe de Gales é o título do herdeiro do trono britânico. Tecnicamente o título é concedido ao filho mais velho do monarca, ou o mais velho descendente deste, sempre do sexo masculino. Assim, como não é concedido às mulheres, a princesa de Gales é sempre a esposa do herdeiro - e desse modo a rainha Elizabeth II nunca foi princesa de Gales. O título foi criado em 1301, e vem sendo usado desde então, mas ao contrário do título espanhol não é automático: é necessário que o herdeiro receba oficialmente a honraria.
O príncipe de Gales recebe, além desse título, outros diversos: duque da Cornualha e conde de Chester, na Inglaterra; e duque de Rothesay e conde de Carrik na Escócia. No Canadá, o povo Inuit deu ao príncipe o título de "Attaniout Ikeneego", que significa "filho do chefão".
Desde 1958 Charles é o príncipe de Gales. Sua falecida esposa, lady Diana, era princesa de Gales. Sua atual consorte, Camilla Parker-Bowles, não usa o título de princesa, sendo chamada de duquesa da Cornualha.
Co-Principado de Andorra
Andorra, um pequeno país localizado entre a França e a Espanha, tem uma das formas de governo mais peculiares da Europa. Fundado, diz a lenda, por Carlos Magno, Andorra esteve em disputa por alguns séculos. Tanto o bispo de Urgel quanto o conde de Foix alegavam direitos sobre o principado. Em 1278 os dois assinaram um tratado, onde estabeleciam que ambos governariam o território, e que receberiam os impostos em anos alternados.
Com a formação dos Estados Nacionais ao seu redor, a diocese de Urgel passou a ser parte da Espanha, e o condado de Foix, após uma série de casamentos, foi herdado pelo rei da França. O tratado continuou sendo respeitado, sendo que o monarca francês, como conde de Foix, era o co-príncipe junto com o bispo. Após as Revoluções na França dos séculos XVIII e XIX, ficou estabelecido que o presidente da república francesa era herdeiro dos direitos dos reis, seus antecessores como Chefes de Estado. Assim, o presidente da França é também Chefe de Estado de Andorra, ainda que não exerça função no governo.
O atual Co-Príncipe francês é Nicolas Sarkozy, tendo como Co-Princesa sua esposa Carla Bruni. O Co-Príncipe episcopal, desde 2003, é Joan Enric Vives y Sicília, bispo de Urgel.
Principado de Liechtenstein
Liechtenstein é um pequeno país entre a Suíça e a Áustria. Criado em 1719 pelo imperador Carlos VI, foi entregue a um nobre vassalo, Anton Florian von Liechtenstein. Ao contrário de outras regiões que emprestaram seu nome a um título, o nome do novo principado derivava diretamente do título de seu primeiro governante. A origem do nome Liechtenstein vem de um castelo próximo a Viena, que pertencia à família nos séculos XII e XIII.
Liechtenstein é uma monarquia parlamentarista. Seu atual príncipe é S. A. S. Hans Adam II, que tem como título príncipe Monarca de Liechtenstein, duque de Toppau e Jägerndorf e conde de Rietberg. Em 2004 passou suas funções de governo ao seu filho, Alois.
Principado de Mônaco
Mônaco é o mais famoso principado do mundo. É também o país mais populoso do mundo. A família Grimaldi governa Mônaco desde 1297, com uma breve interrupção entre 1789 e 1815. Primeiro chamados de Senhores de Mônaco, em 1604 foi criado o Principado de Mônaco.
O Príncipe detém muitos poderes, ainda que seja uma monarquia constitucional. Além do Poder Executivo, ele é o chefe do Poder Judiciário e participa dos trabalhos do Poder Legislativo.
Todos os membros da família recebem o título de príncipes ou princesas, sendo que o chefe da Casa é sempre o Príncipe Monarca. O atual Príncipe Monarca de Mônaco é S. A. S. Albert II, também duque de Valentinois, marquês de Baux, conde de Polignac e mais outros 23 títulos menores.
Até 2002 um tratado estabelecia que, caso a família Grimaldi não possuísse um herdeiro masculino, o governo de Mônaco passaria à França. Em 2002 essa regra foi abolida, e o trono deverá passar para a princesa Caroline e seus filhos, na ausência de herdeiros legítimos do príncipe Albert (O príncipe tem um filho, mas, segundo a lei, por não ser casado com a mãe do menino ele não poderá herdar o trono).
Abrindo as portas
Não houve votação no plenário do Conselho dos Nobres no mês de junho.
Lordes presentes:
Duque de Gaspè - S. A. João Henrique S. R. F. Alves CDF - Lorde Maior
Duque de Port Hope - S. A. R. Lucius I CGCoF
Duque de Sherbrooke - S. A. Manoel Augusto S. R. F. Alves CCF
Duque de Beauvais - S. A. Valentim S. da Costa
A Fala do Trono
Não é simples inovar em um país já tão desenvolvido. O desenvolvimento sócio-cultural traz consigo o viés de dificultar novas explorações, já que se tem muito a perder.
Saber a medida de todas as cousas, inclusive da justa ponderação na evolução institucional, é ato dos mais complexos. Confesso que ando pelas ruas do nosso Principado com olhares críticos, exploratórios, ansioso por ver lacunas a serem preenchidas. Elas existem, sim, é claro. Mas como se não bastasse a dificuldade em reconhecê-las, é tarefa hercúlea criar as alavancas sob medida para que não se deixe de aproveitar as oportunidades, mas tampouco rompa-se com o que já se pôde construir a duras penas. Quero é inspirá-los todos: olhemos cada parte de nossas ações como meios para evoluir. Saibamos respeitar o que já temos, mas também ousemos responsavelmente novos caminhos a seguir! S. A. R. Lucius I
Príncipe Monarca e Defensor Perpétuo de Sofia
Grão-Colar da Ordem da Flor de Lis
Duque de Port Hope
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Príncipe Monarca de Sofia
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