A 6ª edição dO Arauto chega à população sofista tentando trazer mais uma vez as notícias do Poder Moderador. Meio ano percorrido é uma marca pequena, mas importante, para um jornal oficial que tem como obrigação mensal trazer o Estado sofista mais perto do Povo.
Cada vez buscando mais essa aproximação, cada mês trazendo mais notícias e matérias, é que O Arauto parte para percorrer a outra metade de seu primeiro ano de vida, com a colaboração de todos os sofistas e com os firmes desejos do Poder Moderador.
Marquês de Beauvais
Diretor de Redação
Sofia sob Regência
Devido à falta de tempo macronacional, o Príncipe Monarca de Sofia, S. A. R. Lucius I, instalou um período de Regência no principado, a durar indefinidamente.
De acordo com a legislação sofista, quando o Príncipe determina regência temporária, ela é assumida imediatamente pelo Conselho dos Nobres, concedendo ao Conselho, dessa forma, a legitimidade para tomar as decisões em seu nome. Como chefe do Conselho, o Lorde Maior assume, nessa condição, o posto de Regente de Sofia.
O atual Lorde Maior Titular e Regente de Sofia é Sua Alteza Jorge Casagrande Delli, duque de East-Point, que entre 2003 e 2005 foi príncipe monarca, sendo sucedido pelo atual Príncipe Lucius I. No entanto, na sua ausência prolongada, assumiu mais uma vez a presidência do Conselho S. A. o duque de Sherbrooke, Manoel Augusto S. R. F. Alves, que carrega com isso o título de Regente interino de Sofia.
Conde de Brantford é o novo Chanceler
Antes de partir e dar início ao período de regência, S. A. R. Lucius I fez publicar a nomeação de Hugo Paris, conde de Brantford, como novo Chanceler de Sofia.
O conde sucede a S. A. Manoel Augusto Schell Ribas de Freitas Alves, duque de Sherbrooke, depois de sua longa permanência à frente da chancelaria, e após um período em que ela foi comandada pelo então vice-chanceler, o marquês de Belleville Ricardo Ribeiro.
O nome de S. G. Hugo Paris, no entanto, ainda aguarda a confirmação por parte da Assembléia de Fanes, que por lei deve referendar a nomeação real. Apesar disso, o novo Chanceler já iniciou os trabalhos, tendo nomeado nos últimos dias mais dois diplomatas para preencher os quadros da chancelaria.
A Fala do Chanceler
Como todo sofista sabe minha experiência em diplomacia micronacional é longa, e animadora para o Principado de Sofia, minha primeira representação foi o Reino Unido de Portugal e Algarves, enquanto embaixador em solo Português consegui formar uma amizade antes inimaginável entre o Principado de Sofia e Portugal relação essa que continua até o dia de hoje.
Após Portugal, rumei a Andorra Imperial, onde novamente o Principado de Sofia conseguiu aproximar-se da população Andorrana e até hoje temos o reconhecimento de amizade daqueles que outrora formavam uma bela micronação.
Hoje, estou no Reino Unido dos Açores, uma bela micronação, mas que devido a atual situação do micronacionalismo lusófono ainda não consegui formar um projeto que nos una mais, além disso a população Açoriana possue uma cultura bem diferente dos Sofistas, embora sejam sempre mui gentis e amistosos.
Sempre olhei com certa critica o chanceler sofista, afinal o Principado de Sofia é uma das nações principais da lusofonia, somos a capital do micromundo e não podemos simplesmente ficar em cima do muro nos acontecimentos internacionais, portanto minha esperança e dar posicionamento ao Principado de Sofia, temos o nosso lugar na comunidade intermicronacional e vamos fazer valer a voz de nosso povo.
Recentemente estive na última semana da Conferência Micronacional sobre relações diplomáticas que foi realizada em Pathros com a participação de grande parte da comunidade micronacional e mesmo chegando no final das deliberações acredito que fiz valer a presença sofista, de tal modo que no informativo lançado a comunidade internacional a semana da minha chegada foi a mais produtiva da conferência.
Além disso um fato que me incomoda muito é que o último reconhecimento de um estado soberano feito pelo Principado tenha acontecido apenas em 2002, a lusofonia mudou de rosto, mudou de tendências e não deixarei o Principado engessado em amarras do passado, estou em missão diplomática no sacro Reino da Ludônia e estou esperando um visto para a República de Siena e se essas micronações estiverem firmemente estabelecidas Sofia irá reconhece-las.
Infelizmente meu grupo de trabalho ainda é pequeno, mas com um pouco de suor estaremos reformulando a chancelaria sofista. Espero agir sempre nos interesses da maior parte da população sofista e espero manter e guiar o Principado de Sofia para a sua posição no micromundo,a final temos muitos recordes e somos com certeza a mais charmosa e a maior micronação lusofona de todos os tempos.
S. G. Hugo Paris - COF
Conde de Brantford
Chanceler de Sofia
Abrindo as Portas
Conselho Real de Nobres
Não foi concluída nenhuma votação no plenário do Conselho no mês de Julho.
Nobres Presentes:
Lorde Maior - Duque de East-Point - S. A. Jorge Casagrande Delli Chegam as eleições
Com a saída de S. A. Paulo Martins, duque de Cornwall, da presidência do Poder Judiciário sofista, no qual era até o momento seu único funcionário, a realização das eleições para o terceiro quadrimestre do ano passaram a ser uma dúvida preocupante, aumentada pela Regência declarada por S. A. R. Lucius I e, principalmente, pela inatividade na qual caiu a Assembléia de Fanes com a impossibilidade de presidir o nobre Julius Adamatti. Nesta circunstância coube ao Conselho Real dos Nobres, como Regente de Sofia, ocupar-se da matéria e concretizar a eleição. Em votação feita na Lista Nacional - pois por problemas técnicos um dos Lordes não podia votar na lista própria do Conselho - o Conselho aprovou o Decreto Real de Urgência que determina a responsabilidade desta câmara de realizar as eleições 2006/03. Logo após aprovado, o decreto foi publicado pelo Arauto Real, possibilitando, dessa forma, sem mais percalços burocráticos, o direito dos Sofistas de votarem e se elegerem para os cargos públicos do principado.
A eleição está agora em andamento, com a valiosa colaboração da marquesa de new Glasgow, ministra da Imigração, e do Dignatário João Henrique S. R. F. Alves, que presidirá a urna eletrônica desenvolvida pela Ensotel.
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