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VBS/HAPTIME
Segue abaixo uma descrição resumida deste vírus que, como qualquer outro, representa um risco para a segurança nacional.

Descrição Resumida:
O worm VBS/HapTime possui, até agora, duas variantes: A e B. A principal diferenças entre essas variantes é que na A o arquivo em anexo tem o nome de UNTITLED.HTM, enquanto na B ele recebeu o nome de INSTLOG.HTM. O código viral é escrito em VBS (Visual Basic Script) e esse worm infecta arquivos do tipo HTM, HTML, VBS, HTT e ASP. Ele se replica utilizando objetos MAPI que permitem sua inclusão como anexo a e-mails ou como ActiveX dentro do papel de carta da mensagem. O worm se anexa a todos os e-mails enviados pela máquina contaminada que utiliza o Outlook Express como correio eletrônico. Na verdade o worm VBS/HapTime não precisa que seja aberto diretamente o arquivo anexado, pois ele explora uma conhecida falha do Outlook Express e assim sendo ele é executado sem a necessidade da execução manual de seu anexo. Basta abrir uma mensagem contaminada, num micro sem as correções do Outlook Express ou a desativação do Windows Scripting Host (WSH). Note entretanto que mesmo com os patches instalados ainda assim uma máquina poderá ser contaminada se o usuário executar manualmente o anexo com o código viral. Assim o criador desse worm atinge tanto os curiosos quanto os descuidados/desligados dos conceitos de segurança na rede mundial. Quando executado o worm envia mensagens para endereços encontrados dentro de determinados arquivos. As mensagens têm o seguinte modelo: Subject Help Message (O corpo da mensagem vai em branco mesmo) Attachment Instlog.htm ou Untitled.htm (estes são os arquivos infectados com o código viral do VBS/Haptime e que dependem apenas da versão do HapTime) Se a soma do dia atual com o mês atual for igual a 13 o worm deleta todos os arquivos com as extensões EXE e DLL - esta coincidência ocorrerá sempre nos dias: 12 de janeiro, 11 de fevereiro, 10 de março, 9 de abril, 8 de maio, 7 de junho, 6 de julho, 5 de agosto, 4 de setembro, 3 de outubro, 2 de novembro e 1 de dezembro. Além disso o worm usa um contador de infecções para executar duas ações a cada vez que infecta mais 366 arquivos: 1. Ele responde a todas as mensagens que estiverem na Caixa de Entrada (Inbox) do Outlook Express, e responde-as com a seguinte mensagem: Subject: Fw Message (o corpo da mensagem vai em branco) Attachment: Instlog.htm ou Untitled.htm 2.

Ele envia a sua mensagem padrão (aquela que tem o Assunto = Help) que é enviada desde o momento da infecção da máquina, mas desta vez para todos os endereços de e-mail que existem cadastrados nos Contatos do Outlook Express Apelidos/Variantes: VBS/HapTime.A, VBS/HapTime.B, HapTime

Informações retiradas de "Vírus Alerta": Mais informações em: http://www.superdicas.com.br/calendar  

Tenho visitado muito este sítio e ele é muito bom, vale a pena visitar.

O "Ninda", W32/NIMDA
Nos últimos dias (desde 19 de setembro) têm aparecidos relatos sobre um vírus que se propaga por e-mail e por rede local, e que é bastante rápido na contaminação das máquinas de uma rede local. Com o nome de NIMDA (Admin ao contrário!), essa nova ameaça é apontada como um VÍRUS por muita gente. Mas tecnicamente este caso deve ser chamado de worm (VERME).

Esse worm tem um ataque muito rápido. Não está, ainda, claro se ele se utiliza do programa de e-mail MS Outlook, ou Outlook Express para se disseminar, mas com certeza a contaminação numa rede local se inicia pelo recebimento de um e-mail, que vem com um anexo. Em geral, mas não sempre, esse anexo vem embutido como uma chamada para um arquivo de som (através da definição do arquivo como audio/x-wav, que contém um arquivo executável, também em geral com o nome de README.EXE). Nesses casos não é necessário nem mesmo uma ação do destinatário, pois esse tipo de arquivo de som é executado automaticamente dentro do Outlook e do Outlook Express.
Atenção: não é executado nenhum som ou música, na verdade o arquivo é o código, do vírus, puro.

Deve-se notar que embora os e-mails contaminados cheguem com diversos SUBJECTs (campo ASSUNTO) sendo que na maioria das vezes esse campo pode vir em branco ou com um trecho retirado de uma chave do REGISTRO do Windows, em geral não fazendo nenhum sentido para quem leia tal informação, o corpo dos e-mails vêm - aparentemente - em branco, isto é, não se vê nenhuma linha de texto no corpo do e-mail, e em geral o anexo vem com um ícone de um documento HTML do Internet Explorer.

O primeiro alerta sobre esse verme, foi dado os EUA, às 16 horas do dia 18 de setembro, e já na manhã do dia seguinte, 19, já estava infectando máquinas no Brasil.

A CONTAMINAÇÃO:

À partir daí ele executa a segunda parte, referente à reprodução pela rede local e pela Internet:
O verme tenta infectar servidores Web com o IIS instalado, sem os patches de segurança instalados. Para essa ação ele explora uma falha conhecida como Directory Traversal Vulnerability, já resolvida pela Microsoft anteriormente, e que pode ser melhor entendida (e o patch baixado) visitando a página http://www.microsoft.com/technet/security/bulletin/ms00-078.asp   - essa falha dá a habilidade para o atacante de instalar, e executar, qualquer tipo de código, deletar, modificar ou incluir arquivos, ou páginas web, dentro do servidor atacado. O W32/Nimda usa uma técnica anteriormente utilizada pelo vírus CodeRed II, para se propagar e acessar o arquivo root.exe desde o diretório INETPUBSCRIPTS.
Especificamente o worm tenta utilizar o ROOT.exe ou CMD.exe para fazer um upload de si mesmo como ADMIN.DLL. Então ele modifica os arquivos HTM, HTML e ASP, no drive local, com códigos JavaScript que causam a execução do arquivo README.EML (criado pelo vírus), pelos programas Internet Explorer e Outlook Express. Esse arquivo contém o código viral do worm NIMDA como um anexo especial, que é executado sem necessidade do usuário executar o anexo manualmente.

MODIFICAÇÕES NO SISTEMA:

À partir da execução do worm, NIMDA determina de onde ele está sendo executado. Sobrescreve o arquivo MMC.EXE, no diretório WinNT, ou cria uma cópia dele mesmo no diretório Temporário do Windows. O NIMDA então infecta os arquivos executáveis que esteja listados nas seguintes chaves do REGISTRO:
HKEY_LOCAL_MACHINE Software Microsoft Windows CurrentVersion App Paths, e
HKEY_LOCAL_MACHINE Software Microsoft Windows CurrentVersion ExplorerShell Folders

O worm altera uma linha de comando do arquivo SYSTEM.INI, garantindo assim a sua execução a cada boot do Windows:
Shell = explorer.exe load.exe -dontrunold

Ele em seguida substitui o arquivo RICHED20.DLL, que é uma aplicação legítima do Windows, utilizado por diversas aplicações, notadamente pelo MS-Word. Pela substituição dessa biblioteca, o NIMDA garante mais uma vez sua própria execução, a cada execução dessa biblioteca pelo usuário.

O worm se auto-copia para a pasta SYSTEM do Windows contaminado, com o nome de LOAD.EXE.

Agora o worm modifica arquivos que tenham as extensões HTM, HTML e ASP, ou arquivos que tenham como nome: DEFAULT, INDEX, MAIN ou README, no sistema local, desde que eles sejam compartilhados com outros computadores de uma rede local. Arquivos EXE são contaminados, enquanto que arquivos de extensão EML e NWS são simplesmente substituídos por cópias de seu código viral.

Em seguida o worm NIMDA cria compartilhamentos abertos para todos os drives no computador contaminado, o que ele consegue manipulando uma chave do Registro:
HKEY_LOCAL_MACHINE Software Windows CurrentVersion Network LanMan C$ , D$ ... Z$

(Fonte: Vírus Alerta)


Como se livrar do Klez.H

A nova variante Klez.H, descoberta no início da semana, está levando usuários e administradores de sistemas de todo o mundo à loucura. O vírus chega por e-mail, altera configurações do Windows e, após infectar a máquina, a praga se auto-envia para todas as pessoas da lista de contatos do Outlook Express.

Para obter detalhes técnicos sobre o invasor, acesse esta notícia. Atendendo a pedidos de dezenas de leitores, o IDG Now! entrou em contato com algumas empresas de segurança e oferece, nas próximas linhas, algumas soluções: para quem ainda não sabe se foi infectado e para quem foi vítima do Klez.h.

Não sei se a máquina foi infectada

A Trend Micro oferece um serviço gratuito, via Web, que rastreia o computador do usuário em busca de vírus. Batizada de HouseCall, a ferramenta verifica o sistema em tempo real e, caso encontre algum arquivo infectado, elimina automaticamente a praga virtual.

O HouseCall então gera um relatório com o nome dos vírus, a quantidade de arquivos contaminados e quais foram exterminados. Segundo especialistas da companhia, a ferramenta já foi atualizada e detecta imediatamente a presença do Klez.h.

Minha máquina foi infectada
Segundo especialistas da Trend Micro, há duas formas de remover o vírus - uma é manual, a outra é mais automatizada e pode ser feita através da ferramenta que a Trend disponibilizou especificamente para eliminar o Klez.h, que se chama "Fix Worm Klez".

Para obter a ferramenta, basta clicar em "fix tool" nesta página ou acessar este link, que pedirá para fazer download direto no computador.

Mas, alerta o suporte da Trend, mesmo utilizando esta ferramenta, é necessário seguir todas as instruções que se encontram dentro do arquivo readme_worm_klez_3.11.txt. Basta, para isso, clicar em "readme" que está logo embaixo do Fix tool ou acessar este endereço.

Usuários avançados e administradores de sistema podem ainda obter informações detalhadas sobre este vírus clicando no guia "Tech Details" da descrição do vírus ou acessando esta página.